O uso de protetor solar diminui em até 85% os riscos de câncer de pele

Com a chegada do verão, é importante usar filtro solar de forma adequada para evitar queimaduras e outros danos à pele. Além dos prejuízos estéticos, a exposição solar prolongada e sem proteção pode causar câncer de pele, tumor considerado o de maior incidência no Brasil. O uso diário de protetor reduz em até 85% as chances de desenvolver doenças como o câncer de pele. Por isso, o ideal é que o filtro proteja não apenas contra UVA e UVB, mas também contra luz visível e raios infravermelhos.

Enquanto a radiação ultravioleta B é responsável por causar câncer, a UVA é a que mais mancha a pele e não é filtrada por insufilme. A luz, visível ou não, lesa o DNA das células. Os protetores são essenciais tanto para evitar os efeitos negativos do sol como para ajudar na recuperação das células, pois esses produtos têm antioxidantes.

O Fator de Proteção Solar (FPS), indicado na embalagem dos filtros, protege contra o UVB e deve ser superior a 30 para ter maior eficácia. O PPD (“persistent pigment darkening”), geralmente representado por “cruzinhas”, aponta o grau de proteção contra UVA. O recomendado é que seja, pelo menos, 10. Para quem tem pele mais oleosa, o ideal é usar protetores em gel ou oil-free, senão pode haver piora da acne, por exemplo. Filtros em creme são indicados para peles ressecadas. Também é fundamental que o filtro seja estável, com um tempo de proteção prolongado.

Publicado em 9/02/2011